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Minha esposa quis dar para outro e me mandou assistir de longe

A libertação de uma mulher casada pode acontecer de várias formas. Para a minha esposa, Dina, foi através da busca pela total independência sexual. Ela queria estar com quem mexesse com ela de verdade, procurando uma atração e uma satisfação diferentes das que tínhamos no nosso casamento. Do meu lado, eu sempre desejei que ela sentisse um prazer que fosse muito além do que eu podia oferecer.

Tudo começou de forma leve, com o exibicionismo. Ela adorava provocar voyeurs nos lugares que frequentávamos e, aos poucos, foi perdendo completamente a vergonha. Das provocações, passou aos toques; batia punheta para uns, mamava outros e, finalmente, começou a se entregar e ser penetrada sem nenhum receio. Essa liberdade a transformou, deixando-a muito mais segura, confiante e extremamente poderosa.

No último fim de semana, ela decidiu sair com um cara que conheceu perto do trabalho, o Vicente. Ela sentia uma atração absurda por ele e já vinha me confessando há um tempo que queria muito foder com esse homem. Combinamos um jantar em um restaurante perto da praia. Fiquei excitado só de observar a gentileza dele com a Dina e a troca de olhares carregados de segundas intenções entre os dois.

Após o jantar, ele nos convidou para tomar uns drinks em sua casa. Chegando lá, entendi meu lugar: deixei os dois sozinhos na sala e fui direto para a varanda. De onde eu estava, a visão era privilegiada. Eles não perderam tempo e logo começaram a se beijar com muita urgência. Quando ele começou a chupar os peitos dela, Dina se torcia inteira, roçando seu corpo no dele com desespero.

Eu já não aguentava mais ver aquela cena sem reagir e comecei a bater uma punheta devagar. Eles faziam tudo sem se importar nem um pouco com a minha presença ali. Ficaram completamente nus, e ele começou a foder a minha mulher com força, sem a menor piedade. Inebriado, tentei chegar mais perto, mas a Dina foi muito clara e ríspida: “Sai daqui, deixa a gente!”. Vicente confirmou na hora, num tom autoritário: “Faz o que ela diz!”.

Tive que recuar. Fiquei no meu canto, apenas observando enquanto eles fodiam loucamente. O cara era superdotado e fazia a minha esposa gritar de tanto prazer. Ele a colocou de quatro e a penetrou com muita brutalidade. Era indescritível a forma animal como se devoravam. Os gritos dela ecoavam por toda a sala, misturados a xingamentos muito excitantes. Ele a chamava de “puta”, “vaca”, e mandava que ela gozasse no pau dele.

Ela respondia gemendo alto: “Ai, seu filho da puta, me fode assim mesmo, caralho!”. Aquela cena de total submissão foi o ápice para mim. Esporrei toda a minha porra na mão só de ver a minha Dina gozando daquele jeito descontrolado. E, para fechar a noite, ele ainda comeu o cu dela com vontade, gozando fundo lá dentro.

Quando tudo acabou, eles trocaram beijos cheios de tesão e já prometeram repetir a dose. Eu simplesmente amei ver a minha esposa tão realizada e saciada. Já em casa, ela me confessou que amou o prazer que sentiu e que aquela havia sido a maior loucura de sua vida. Ver a Dina se tornar uma mulher tão decidida trouxe uma força enorme para a nossa relação.

Hoje somos muito mais felizes. Essa cumplicidade inusitada fortaleceu demais o nosso casamento, e, juntos, sabemos que podemos viver as emoções mais intensas possíveis.

Relato enviado por: Dina & Paulo / Casalpecador

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