Olá a todos. Queria relatar algo que vem acontecendo comigo. Já são anos de casada e hoje minha relação com meu marido é perfeita, mas na cama sempre deixou a desejar. Essa sempre foi uma dificuldade em nossa relação. Eu sei que sou uma mulher meio fora da curva em relação ao sexo. Converso com minhas amigas e muitas ficam meses sem transar e não sentem falta. Já eu quero todo dia, e em alguns dias, quero o dia todo.
Isso já ficou claro nos meus relatos passados, que me levaram a trair meu marido e entrar no mundo do swing. Porém, fomos longe demais. Meu marido acabou sendo humilhado por dominadores, fazendo ele até mesmo servir como passivo. À medida que isso foi me deixando incomodada de ver ele naquela situação, me sentia traída e culpada.
Então resolvemos mudar. Procuramos os líderes na nossa igreja — somos evangélicos — e contamos parte do problema. Com a ajuda deles e muito esforço nosso, consegui me controlar e parei de sair com outros homens, e meu marido parou com a prática de servir.
Porém, depois de alguns meses aqui nessa plataforma de contos, um usuário começou a dar em cima de mim. No começo eu tentei resistir, mas ele se mostrava tão carinhoso e atencioso que me deixei levar. E aquilo foi a porta de entrada para trazer toda aquela minha antiga versão de volta.
As conversas quentes aqui acabaram me despertando um desejo incontrolável. Fui voltando aos velhos hábitos cada vez mais forte. Primeiro, as roupas provocantes: comecei a voltar a usar calcinha fio dental com saias que marcam bem meu corpo e decotes generosos. Saía de casa só para ver homens me desejando.
Até que não aguentei. Uma tarde em casa, pedi uma água dessas de garrafão. O entregador que veio deixar devia ter por volta de 55 a 60 anos: moreno, forte, mas com uma barriguinha. Quando ele entrou para pôr o garrafão no filtro, já me excitei. Aquele homem dentro da minha casa, e eu sozinha…
Então, tirei rápido o sutiã e deixei meu peito bem à mostra. Quando fui pagar, mexi no decote para ele ver bem e falei que estava calor. Ele riu, concordou e perguntou se podia tomar um copo de água. Eu olhei bem safada para ele e respondi: — Sim, senhor. Pode sim. Pode até mais.
Quando voltei com a água, ele bebeu e disse: “Que gostosa”, olhando para os meus peitos praticamente fora da blusa. Eu peguei a mão dele e coloquei no meu peito. Ele acariciou e já foi baixando o rosto, chupando meus bicos. Nossa, fui à loucura, eu precisava daquilo!
Ali mesmo já me entreguei. Tirei a blusa e me dei a ele para usar como quisesse. Ele me beijava, chupava meus peitos e dizia: “Que loira gostosa, vou te fuder demais”. Eu só conseguia gemer. Foi quando ele me levantou e me colocou em cima da mesa.
Ele abriu minhas pernas, afastou a calcinha para o lado e, sem cerimônia, chupou minha bucetinha. Cada vez que ele passava a língua, mais molhada ela ficava. Não aguentei muito e gozei pela primeira vez ali, direto na língua dele. Depois disso, ele abaixou a calça e mostrou aquele pau para mim.
Era um pau escuro, devia ter uns 18cm e super grosso. Ele apenas me mostrou e falou: “Vem”. Fiquei de joelhos e comecei a chupar. Tentava colocar tudo na boca, subindo e descendo nele. Ia até o saco e ele só falava que estava gostoso e que eu era uma puta.
Quando já fazia uns cinco minutos que eu estava chupando, ele mandou parar, avisando que ia gozar. Ele me levantou, começou a me beijar e falou que ali eu era toda dele. Então, ele tirou minha saia e rasgou minha calcinha num único puxão. Eu sabia que ele ia me comer ali mesmo, na cozinha da minha casa.
Fiquei abertinha em cima daquela mesa. Ele se aproximou e, sem nem deixar eu pedir para pôr camisinha, entrou de vez. Como eu estava muito excitada, entrou tudo de uma vez. Nossa, saí do meu corpo e soltei um gemido alto! Ele adorou e começou a bombar.
O som do nosso corpo se batendo ecoava pela casa inteira, e eu gozei novamente, agora na pica dele. Enquanto me comia, ele falava que eu era vagabunda, uma verdadeira cadela no cio. Eu ficava com vergonha, mas não tinha como negar.
Então, ele me virou de bruços e meteu ainda mais forte na minha buceta já arreganhada. Ele acelerou muito e falou que ia me encher de leite. Eu gemia alto, era só o que conseguia fazer. Foi quando ele esporrou tudo dentro de mim, enfiando ainda mais fundo e me fazendo sentir ele pulsar lá dentro.
Quando ele saiu de dentro de mim, eu caí no chão, ali nua e sem forças. Ele apenas se vestiu, saiu dando um tapão na minha bunda e foi embora. Um tempo depois, recobrei as forças e subi para tomar banho. Vi o estrago que ele tinha feito em mim e chorei, sentindo o peso da culpa.
Eu sequer sabia o nome do homem que tinha feito aquilo comigo. Que tipo de mulher eu sou para chegar a esse ponto? Passei o resto da tarde esperando meu marido e pensando no que tinha feito. Ele chegou, jantamos e fomos dormir.
Ele nem sonha que voltei a fazer isso. Não quero magoá-lo, mas essa sou eu. Agora estou aqui, pronta para sair de casa em um domingo e, talvez, voltar a ser a velha vadia de sempre.
Relato enviado por: Anônimo