Finalmente surgiu a oportunidade de encontrarmos o fotógrafo. Depois de vários anos nos comunicando virtualmente e com inúmeros desencontros, ele viria para São Paulo no feriado prolongado.
Ele nos mandou um e-mail uma semana antes, avisando que viria a trabalho e ficaria hospedado três noites num hotel próximo ao aeroporto. Sugeriu que alugássemos um quarto no mesmo hotel por praticidade.
Sem pensar duas vezes, eu e o Eduardo fizemos as reservas. Ficaríamos duas noites e tivemos a sorte de conseguir um quarto no mesmo andar. Ele chegou na quinta-feira à noite, e nós nos programamos para ir na sexta à tarde.
Nesse intervalo, nos comunicamos via Skype. Ele indicou suas preferências: eu deveria estar totalmente depilada e usar um vestido roxo específico, que ele escolheu por já ter visto fotos minhas com ele.
Chegamos ao hotel enquanto o fotógrafo ainda estava trabalhando. Marcamos de nos encontrar no restaurante para jantar, por volta das 20 horas. Tudo era simples, mas bem aconchegante. Pedimos um petisco e um vinho para aguardá-lo.
Vinte minutos depois, ele chegou. Aparentava estar tão nervoso quanto nós. Nos cumprimentamos e pedimos mais uma taça. O jantar durou pouco mais de uma hora, e o vinho ajudou a quebrar o gelo inicial.
Terminamos a refeição com trocas de olhares safados entre os três. Na subida para o quarto, deixamos combinado que eu iria visitá-lo dentro de uma hora. Iria sozinha, como sempre foi o nosso acordo.
Eu não sabia se sentiria falta do Eduardo nessa primeira noite, mas, segundo ele próprio, eu estando sozinha faria com que ambos ficassem mais à vontade para pôr em prática tudo o que conversamos. Em uma outra oportunidade, o Eduardo participaria.
Entrando no nosso quarto, resolvi tomar mais um banho. Logo em seguida, o Eduardo apareceu com a gilete, lembrando da preferência do fotógrafo. Ele pediu para eu sentar e apoiar as pernas sobre o vaso sanitário.
Ele passou espuma de barbear por toda a minha região pubiana e começou a me depilar. Não dizíamos uma palavra. Eu apenas observava o olhar guloso dele e começava a me excitar. Abri as pernas e cheguei a ficar de quatro para ele me limpar por completo.
Terminado o serviço, o Eduardo saiu e eu voltei ao meu banho. Enquanto a água escorria, mil coisas passaram pela minha cabeça: medo, vontade de desistir, vontade de pegar minhas coisas e ir embora.
Mas lembrei de tudo que conversamos pelo Skype até então. Lembrei de como eram prazerosas nossas conversas a três e da segurança que o Eduardo me passava. A vontade de realizar essa fantasia falou mais alto e me encorajou.
Saí do banho enrolada na toalha, sequei meus cabelos e fiz uma maquiagem bem leve. Olhava o Eduardo deitado assistindo TV, doido para me devorar antes do encontro. Conversávamos banalidades para diminuir a ansiedade.
No cabide, estava o vestido escolhido. Na gaveta, peguei uma calcinha fio-dental bem transparente, que não cobria quase nada na bunda. No espelho, eu me via como uma mulher fatal, com dois homens querendo me devorar naquele momento.
Coloquei um tamanquinho, dei um beijo no Eduardo — que me desejou boa sorte — e peguei a câmera digital. Afinal, o fotógrafo faria o que mais sabia: tirar fotos. Fechei a porta do nosso quarto depois de mais de uma hora de preparação.
O quarto dele era o 12501, a poucos metros do nosso. Essa caminhada de poucos passos parecia uma eternidade. Apesar da noite típica de verão, eu sentia um frio enorme na espinha.
Duas batidas na porta foram suficientes para ele abrir. Me atendeu com os cabelos molhados, perfumado e vestindo apenas um roupão de banho. Deu-me um selinho e convidou para entrar.
O quarto era um pouco menor que o nosso. Tinha uma cama espaçosa, um banheiro e uma pequena varanda com a porta aberta, ajudando a refrescar o calor. Numa pequena mesa, duas taças e uma garrafa de vinho me aguardavam.
Sentei na cama, ele na cadeira, e a conversa fluiu animadamente sobre nossos cotidianos. Mais solta com o vinho, percebi que ele fixava os olhos no meu decote sem sutiã e tentava ver algo no meio das minhas coxas.
Ele já não ligava em deixar o roupão desamarrado. Vi que estava apenas de cueca, marcando um volume que começava a me deixar muito excitada. Levantei para ir ao banheiro e percebi que o vinho já estava me deixando bem corajosa.
Na volta, o fotógrafo estava em pé, com a digital na mão, se preparando. Veio ao meu encontro, me deu um abraço e um beijo na boca. Começou meio sem jeito, mas logo me encarreguei de fazer nossas línguas brincarem com vontade.
A mão dele foi descendo pelas minhas costas, apertando minha bunda e subindo aos poucos o meu vestido. Eu já procurava o pinto dele sobre a cueca, que estava bem maior do que eu havia visto há poucos minutos.
Ele me conduziu até a cama. Eu deitei e nisso veio a primeira foto: o batom borrado, vestido quase na cintura, pernas dobradas, calcinha à mostra e um dos meus seios querendo pular para fora.
Seguidamente vieram outras fotos, sem tirar nenhuma peça de roupa, como se isso fosse esconder alguma coisa. Levantava, abria as pernas, ficava de quatro, apoiava a perna na cadeira… não estávamos mais aguentando.
Depois dessa primeira sessão de fotos, sentei na beirada da cama e o chamei. Ele me levantou, tirou meu vestido, arrancou minha calcinha e pediu para eu deitar. Mergulhou de rosto no meio das minhas pernas.
Sentia sua língua ir bem fundo. Ele chupava meus lábios e tornava a enfiar a língua com força. Nessa hora, eu quase gozei direto na boca dele.
Depois, ele me colocou de quatro, pediu para eu empinar a bunda e tirou mais uma foto. Sabendo do que eu gostava, abriu minhas nádegas com as mãos, deu um beijo estalado no meu cu e começou a lamber de cima a baixo. Eu mal aguentava, me contorcia inteira.
Na sequência, ele sentou na cadeira, pegou o próprio pinto com a mão, me chamou de cadela e mandou eu sentar na rola dele. Obedeci prontamente. Entrou muito fácil — como o próprio Eduardo costuma dizer, minha buceta é bem arrombada.
Eu cavalgava, ele me apertava, apalpava minha bunda e nos beijávamos loucamente. Eu dava meus peitões para ele chupar enquanto subia e descia naquele pinto duro.
Sem tirar de dentro, ele me pegou no colo e ficou em pé. Trancei minhas pernas em volta dele, e com as mãos ele me ajudava a bombar, ao mesmo tempo em que começou a cutucar o meu cuzinho.
Logo ele me jogou na cama, me chamando de vagabunda de novo. Perguntou o que eu tinha para ele. Levantei as pernas, abri minha buceta com as mãos, e ele veio por cima, enfiando tudo de uma vez com vontade.
Com as minhas pernas para cima, ele bombava fundo, me beijava, chupava meus peitos e dava leves tapas. Olhando nos meus olhos, ele lia os meus lábios murmurando a palavra “vadia”.
Levando tapinhas no rosto, eu delirava. Avisei que ia gozar. Ele deitou com todo o peso em cima de mim e também anunciou seu gozo. Me encheu de porra; sentir aquele leite quente pulsando dentro de mim foi o suficiente.
Gozei, virei os olhos, fiquei ofegante e mole. Sentia que a porra escorria pela cama, mesmo com o pinto dele ainda totalmente dentro de mim. A respiração era forte de ambos, e depois de uns minutos, viramos para o lado.
O pinto dele continuava duro, mas com o efeito do vinho e minhas pernas trêmulas, não tive forças para continuar na hora. Deitada na cama, meus olhos foram pesando e o filme monótono na TV me ajudou a cochilar.
Acho que não dormi muito tempo. Quando abri os olhos, o filme estava acabando. À meia-luz, vi o fotógrafo na varanda fumando um cigarro, olhando para o nada. Levantei, fui até ele e dei um abraço por trás.
Rocei meus peitos nas costas dele e alcancei seu pinto, que foi ficando duro novamente. Ele tentou me pegar, mas pedi para ele ficar quieto e continuar fumando.
Ao lado da varandinha tinha um vaso de planta. Abaixei e sentei na beirada do vaso. Nós dois nus naquela varanda era um convite irresistível para a putaria. Totalmente surpreso, ele se posicionou na minha frente.
A cabeça do pinto dele já aparecia bem saliente. Eu peguei a rola; meus olhos brilhavam, a buceta pulsava. Dei um beijo na pontinha da glande e comecei a lamber. Aquele formato me deixou fascinada.
Colocava a cabeça toda na boca, tentava engolir ao máximo. Tirava da boca e batia com ela na minha cara. Olhava para ele e via os flashes das fotos enquanto eu punhetava. Ele já não conseguia ficar parado direito.
Ele segurou pelos meus cabelos e começou a enfiar o pinto na minha garganta. Depois de alguns minutos, ele tirou e continuou a se masturbar, pedindo para eu abrir bem a boca e colocar a língua para fora.
Com meia dúzia de punhetas, ele gozou de novo. O leite quente dele acertou em cheio a minha boca, meu rosto e meu cabelo. Imediatamente, ele bateu a foto mais aguardada de todas: meu rosto completamente cheio de porra.
A foto seguinte foi de quando eu já tinha engolido tudo e lambido os lábios.
Ele foi ao banheiro. Olhei no relógio e percebi que já tinham se passado quatro horas. Sem nem dar tchau, limpei-me na própria toalha dele, vesti o meu vestido e fui embora. Mas fiz questão de deixar minha calcinha em cima da taça de vinho.
Pelo corredor, caminhava cansada. Ainda sentia o resto de porra escorrendo pelas minhas pernas. Me senti uma verdadeira prostituta, mas uma prostituta que gozou muito e deu um prazer absurdo.
Cheguei no nosso quarto e o Eduardo já dormia. Tomei um banho relaxante. Totalmente sem sono, liguei a câmera e comecei a ver as fotos da noite maravilhosa que tivemos. Foi aí que o Eduardo acabou acordando…
Relato enviado por: Anônimo