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Fui Arrombado no Motel pelo Marido Dotado da Minha Colega de Curso

Tudo na vida tem seus mistérios. Quando a gente menos espera, as coisas acontecem. Certo dia, resolvi fazer um curso técnico de Administração e, como é normal, acabei fazendo algumas amizades. Nessa turma, teve uma mulher que chamou muito a minha atenção.

Vou chamá-la de Carla. Ela era muito amiga, prestativa e confiável. Logo nos aproximamos e ela passou a me contar muitas coisas da sua vida pessoal. Falou que era casada há 15 anos com um cara que trabalhava como segurança e que tinha dois filhos pequenos e lindos.

Carla era uma mulher de estatura média, loira, com cabelos compridos e um corpo muito sensual. Uma verdadeira gata. Mas a nossa amizade era sem segundas intenções, até porque ela sabia que eu também era casado com a minha esposa.

Um dia, os professores passaram um trabalho em equipe e, claro, fiquei no grupo da Carla. Marcamos de fazer o projeto na casa dela junto com outros três amigos da sala. O detalhe é que ninguém da minha classe sabia que, no fundo, eu curto mesmo é um belo macho dotado. Sou muito sigiloso e gosto de manter as coisas assim.

Estávamos desenvolvendo o trabalho na sala de jantar quando o marido dela chegou. Um homem maravilhoso, maduro, na faixa dos 45 anos, com um corpo de matar de inveja qualquer garoto de 20. Ele estava de terno e gravata, tinha olhos verdes, pele morena clara e uma boca deliciosa. Um verdadeiro macho.

Carla nos apresentou. Vou chamá-lo de Geraldo. Um cara super bacana, prestativo, bem-humorado e brincalhão. Logo de cara, reparei que ele tinha um volume maravilhoso marcando por cima da calça social, o que me deixou meio perdido na conversa. Ele percebeu que eu olhava para a mala dele, mas soube disfarçar muito bem.

Depois desse dia, ficamos muito chegados. Começamos a sair aos finais de semana, fazer um churrasquinho aqui e ali. Certo dia, num belo fim de semana de muito calor, programaram um churrasco na casa deles para curtirmos a piscina. Vários amigos nossos também estavam presentes.

Eu estava sentado à beira da piscina quando Geraldo apareceu como um deus grego. Ele usava uma sunga vermelha que mostrava todo o seu corpo sarado e deixava em evidência aquele volume delicioso, que mesmo mole me deixava louco de tesão. Ele começou a me provocar discretamente, ficando muito próximo e me dando muita atenção, já que eu estava desacompanhado.

Acabou ficando tarde e eu fui o último a sair, pois a pessoa que me daria carona tinha ficado bêbada logo cedo. Eu teria que pegar um ônibus para o meu bairro, que era distante. Ao saber disso, a Carla pediu para que o marido me levasse em casa. Me despedi de todos e entrei no carro dele.

No caminho, fomos conversando sobre casamento, família e sexo. Como eu já estava pegando fogo, conversava e, discretamente, colocava as mãos nas pernas do Geraldo. Foi quando observei que a bermuda dele já estava com um volume anormal. Ele estava excitado com os meus toques.

Não resisti e comecei a passar a mão no volume dele. Ele deixou sem recuar. O pau dele foi ficando cada vez mais duro, a ponto de mal caber na minha mão. Abri a bermuda dele e me deparei com um enorme cacete de uns 23 centímetros. Uma verdadeira delícia de homem. Sem pensar duas vezes, entramos no primeiro motel do caminho.

No quarto, Geraldo ficou pelado na minha frente. Ver aquele monumento todo só para mim foi enlouquecedor. Ele falou que já sentia o meu olhar na rola dele há tempos e que só estava esperando o momento certo para ter a certeza dos meus desejos.

Disse, me beijando loucamente, que hoje seria o dia em que eu viraria a sua fêmea, sua putinha, seu viado gostoso. Ele me mandou chupar aquele cacetão de 23 centímetros de pura delícia. Eu fazia gostoso, chupava com um tamanho prazer, feliz em saber que aquele homem era todinho meu naquele momento.

Chupava aquele mastro com tanta vontade, como se fosse o último dia da minha vida. Quando eu já não estava mais aguentando de tanto tesão, ele me virou de quatro e meteu tudo com tanta força que eu cheguei a chorar pedindo para ele parar ou ir devagar.

Mas não adiantava, Geraldo estava fora de si. Ele foi arrombando o meu cu com toda a vontade do mundo, parecendo que não trepava daquele jeito há muito tempo. Ele deixou meu cu todo esfolado com aquele maravilhoso cacete.

Eu estava quase desmaiando de tanto gozo e prazer, até que Geraldo jorrou fundo, enchendo o meu cu de porra, deixando o leite quente escorrer pela minha bunda.

Quando fomos embora, ele me confessou que, de hoje em diante, queria comer o meu cuzinho sempre. A esposa dele, a Carla, nunca tinha dado o cu; tentaram uma vez e ela não aguentou.

Geraldo disse que curtia muito uma bunda gostosa como a minha e tinha um prazer sádico em fazer um cuzinho sofrer no cacetão dele. Decretou que, daquele dia em diante, meu cu era todinho dele e que me foderia sem pena todos os dias.

E assim tem sido. Ainda dou gostoso para o Geraldo como se fosse a primeira vez. Ele não tem dó do meu cu, me come gostoso e me enche de porra. Sou o melhor amigo da Carla, que não desconfia de absolutamente nada. E também sou o melhor amigo do marido dela, o carrasco do meu cu, que tanto sofre na pica enorme desse homem gostoso.

Relato enviado por: Anônimo

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