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Derramei Vinho na Blusa e Acabei Fodendo com o Amigo do Meu Marido

Na minha história anterior, já me apresentei e confessei que amo o meu marido. Porém, na cama, ele deixa muito a desejar. Goza rápido demais e eu sempre fico na vontade. Enquanto ele goza, vira para o lado e vai dormir. Fora isso, só os ciúmes. Nada muito exagerado, mas ele sempre critica que minhas roupas são curtas, justas ou decotadas, e vive fuçando no meu celular. Mas homem inseguro é outra coisa, né? Fora esses defeitos, é um homem maravilhoso.

Tem um ditado que diz que trair e coçar é só começar. E parece que é verdade (risos). Aqui no meu bairro tem um mercadinho, e o dono é muito amigo do meu marido. De vez em quando, ele me dá umas cantadas, está sempre me elogiando, é muito cortês e gentil. Eu via que ele estava louco para me comer, mas, como eu era fiel, sempre levei na esportiva.

Eu vendo lingeries, perfumes, essas coisas. A esposa do dono do mercadinho — vou chamá-lo de Jorge (não são os nomes reais) — é minha cliente. Certo dia, ela viajou e me pediu para buscar o dinheiro de uma compra diretamente com ele, lá no mercado. Quando cheguei lá, aproveitei para comprar algumas coisas e disse ao Jorge que a Rose havia mandado ele pagar a nota dela.

Ele me perguntou se poderia levar o dinheiro na minha casa no dia seguinte, que era sábado. Disse que estava quase sem dinheiro naquele momento por causa de umas duplicatas. Achei estranho, porque eram só oitenta reais, mas concordei e disse que poderia pegar na segunda-feira.

Foi então que ele sugeriu: “Faz o seguinte, vai amanhã lá em casa e pega. Aproveita e me leva três cuecas tamanho G e um conjunto de lingerie bem bonito, para eu dar de presente para a Rose”. Perguntei que horas seria bom, e ele sugeriu depois do almoço. Fui para casa e fiquei pensando que o Jorge com certeza estava com segundas intenções.

No domingo, depois do almoço, tomei um delicioso banho. Meu marido sempre vai jogar dominó com os amigos nesse horário. Falei para ele que ia na casa da Rose pegar um dinheiro e levar uma encomenda. Ele achou tranquilo e perguntou se eu ia de moto. Falei que preferia ir a pé para caminhar um pouco. Ele então ofereceu uma carona, dizendo que passaria perto de lá, e que eu voltaria a pé depois.

Vesti uma tanguinha vermelha, uma blusa normal, mas sem sutiã, e uma minissaia jeans. Quando íamos saindo, meu marido olhou para mim, balançou a cabeça e disse: “Poxa, essa saia aí e nada é quase a mesma coisa. Por que não veste uma saia normal?”. Eu respondi: “Amor, vou só na casa da Rose. É domingo, e você sabe que o marido dela nem fica lá, vai estar no jogo”. Ele não disse mais nada e fomos.

Quando chegamos, dei um selinho no meu marido e ele se foi. Toquei o interfone, e o Jorge atendeu. Mandou eu entrar e esperar um pouco, pois ele estava terminando o banho. Ele apareceu pouco depois e me cumprimentou com dois beijos no rosto e um quase na boca. Eu estremeci. Estava com muito tesão, pois sabia que ia rolar alguma coisa.

Ele me ofereceu um vinho. Tentei recusar, dizendo que não tinha o costume de beber, mas ele insistiu que seria só uma taça, e eu acabei aceitando. Perguntei pela Rose, e ele me explicou que ela tinha ido visitar a mãe e só voltaria no dia seguinte. E então começou a me elogiar muito, dizendo o quanto eu era linda.

Ficamos sentados em poltronas, um de frente para o outro. Para provocar, eu ficava cruzando e descruzando as pernas repetidamente. Ele levantou, pegou a garrafa para colocar mais vinho na minha taça, e eu disse que não queria mais. Mas ele rebateu: “Relaxa, só mais uma. Assim a gente fica mais à vontade”.

Quando ele virou as costas para guardar a garrafa, eu derramei, de propósito, um pouco de vinho na minha blusa. “Poxa, derramei vinho! E agora?”, exclamei. Ele me sugeriu: “Tira a blusa, eu lavo e você coloca atrás da geladeira. Seca rapidinho”. Eu questionei: “E eu fico sem blusa?”. Ele disse: “Fica de sutiã, eu não olho”. Sorri e confessei: “Não estou usando sutiã”.

“Faz o seguinte: tira a blusa, eu pego uma toalha e você se cobre enquanto eu lavo”, ele resolveu. Eu tirei a blusa, ficando de costas para ele, e a entreguei. Ele voltou com uma toalha molhada e outra seca, dizendo que precisava passar a molhada no meu corpo para não ficar grudando.

Ele começou a passar a toalha molhada nos meus seios e não demorou a acariciá-los com as mãos. Ele dizia que eram lindos e durinhos. De repente, passou a mão no meu rosto e nossos lábios se encontraram. Nos beijamos com muita vontade. Ele me deitou no sofá, começou a beijar meu corpo inteiro e foi puxando a minha saia.

Quando ele tirou a saia, tentei fazer um charminho e pedi para ele parar, dizendo que já estávamos indo longe demais. “Relaxa, linda, só estamos nos divertindo”, ele disse, voltando a beijar e acariciar minhas coxas e virilhas.

Ao tirar minha calcinha, ele suspirou: “Que bucetinha mais linda”. Ele meteu a cara no meio das minhas pernas e começou a lamber gostoso. Eu, sinceramente, amo ser chupada. Ele falava que minha buceta era doce igual mel. Depois de me fazer gozar na língua dele, ele subiu e finalmente me penetrou.

Me beijava com intensidade enquanto metia. Depois de um tempo, ele tirou aquele cacetão de dentro de mim e eu fui logo chupando. Em seguida, senti o jato quente na minha cara. Bebi a porra dele até a última gota e voltamos a nos beijar com muito tesão.

Ele então sentou na poltrona e mandou eu cavalgar nele. Fizemos várias posições: cavalguei gostoso, depois fui de quatro, de ladinho, e por fim ele me colocou de frango assado e avisou que ia encher minha buceta de leite. Foi uma foda simplesmente deliciosa e inesquecível.

Quando terminamos, ele me pagou a nota da esposa dele e as roupas que comprou, e eu fui embora para casa. Às vezes nos vemos no mercadinho e ele sempre diz que quer repetir a dose.

Agora está mais difícil, mas confesso que também tenho medo. Se o meu maridinho descobre, ou pior, se a esposa do Jorge fica sabendo… aí sim eu tô fudida de verdade, e posso até perder o meu casamento. Mas a lembrança daquele sofá não sai da minha cabeça.

Relato enviado por: Anônimo

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