Meu nome é Nicolas, tenho 36 anos, e sou casado com a Clara, de 41. Estamos juntos há 19 anos e sempre gostamos de um sexo com pegada, algo que a minha esposa adora.
De uns dois meses para cá, comecei a falar com ela sobre a minha fantasia de vê-la transando com outro cara — ou até com um casal — na minha frente.
No início, ela me chamou de maluco. Mas eu insistia, sempre com o maior tesão. Foi aí que percebi que um amigo nosso estava secando a minha mulher com muita vontade.
Eu comentei isso com ela. Na hora do sexo, comecei a sussurrar no ouvido dela que era o nosso amigo quem estava fodendo a bucetinha dela ali.
Para a minha surpresa, ela começou a gemer alto enquanto eu falava. Depois desse dia, investi em produtos eróticos e passei a colocar o nome dele cada vez mais nas nossas conversas picantes.
A Clara ria e dizia que eu tinha bebido, que aquilo era loucura só da hora do tesão. Mas eu estava decidido a tornar aquela fantasia real.
Em uma bela manhã, preparei um café da manhã caprichado, levei na cama e abri o jogo. Bolei um plano que a deixou de queixo caído, e estabeleci apenas uma regra.
A regra para ela sair com ele era bem clara: o nosso amigo nunca, sob hipótese alguma, poderia saber que eu estava liberando e armando tudo.
O primeiro passo foi pedir para ela lançar um olhar bem sensual para ele. Foi a deixa perfeita para o cara se empolgar e tentar uma investida.
Ela se fez de difícil no começo, dizendo que não era certo, que me amava e que éramos amigos. Mas a semente da traição já estava plantada.
Até que consegui convencê-la a ir para o motel com ele. Ela inventou uma consulta médica e pediu para o nosso amigo dar uma carona até a clínica.
A consulta, claro, não existia. No meio do caminho, os dois acabaram desviando direto para um motel na cidade de Paulista (PE).
Enquanto eu estava trabalhando, minha mulher estava no motel sendo comida pelo nosso amigo. Quando chegou em casa à noite, ela me contou cada detalhe.
Ela confessou que o sexo foi gostoso, que foi maravilhoso gozar em outro pau e que ele chupou a bucetinha dela de um jeito inesquecível.
No dia seguinte, o cara teve a cara de pau de ir na nossa casa agir como se absolutamente nada tivesse acontecido. Eu o tratei super bem, adorando o segredo.
Naquela noite, eu transei muito gostoso com a minha esposa. Depois desse dia, o nosso amigo já saiu com ela mais duas vezes.
Nosso combinado segue firme: eu só exijo saber de todas as vezes que eles forem sair. O tesão entre nós explodiu de uma forma absurda.
Nossa relação nunca esteve tão bem e transamos feito dois animais no cio. Ganhei uma parceira incrivelmente gostosa e uma esposa que é uma verdadeira putinha entre quatro paredes.
Nosso próximo passo? Já estamos planejando sair com um casal inteiro.